Yeshua ( Yehoshua) ben Yosef filho de Miriam e Yosef (?) foi um judeu que estudou para ser rabino na escola de Hillel, o ancião, que foi seu mestre e foi celebre com a frase “Se não eu por mim, quem por mim? Se eu for só por mim, quem sou eu? Se não for agora, quando? “ entre outros e Shamai que era um rabino mais disciplinador.
O motivo principal de Yeshua ter ficado conhecido durante o domínio romano sobre Israel surgiu contra o Sanhedrim que era um conselho de judeus fariseus que representava o povo e tinha acordos políticos com os romanos para que não houvesse uma guerra civil e a população local não fosse dizimada pelo poderio militar.
O povo queria uma reação contra este domínio que asfixiava e tirava a liberdade dos judeus, mas não tinham armas para enfrentar uma legião militar mais poderosa que existia.
Quando tentaram alguns anos mais tarde com várias revoltas em Israel, foi derrotado pelo General Tito no ano 70 EC e o segundo templo totalmente destruído com a arca da aliança estando num local desconhecido e incerto para uma nova reconstrução do terceiro templo que muitos judeus ainda aguardam.
Yeshua e seus seguidores foram punidos por não aceitarem aquela situação extrema do domínio romano, com altos impostos sobre as vidas das pessoas, violência contra as mulheres e crianças que eram tomadas de suas famílias, inclusive filhas e esposas, porque o exercito tinha esta determinação e os judeus fariseus que estavam no topo do poder temendo o pior, usavam a politica como defesa.
Mas, a nova versão escrita coloca Yeshua como um submisso salvador apenas com suas palavras tirado de um contexto da Lei de Moises, o que é contestado por muitos historiadores, porque a realidade e a opressão que o povo judeu passava eram contrario do que foi escrito e não fazia sentido muitas das palavras que foram atribuídas a ele.
Barrabás era também um judeu zelota e guerrilheiro que havia matado vários soldados romanos com seus seguidores que foi preso e condenado à morte.
Por isto, que no Pessach judaico ou entendido erradamente como pascoa, por tradição romana na época, o governador Pilatos escolhia um prisioneiro para libertar da prisão e neste episódio descrito a população preferiu Barrabás herói e defensor da liberdade, ao invés de Yeshua, preso por incitação popular se declarando como um messias descendente do Rei David, porque representava um movimento subversivo para os romanos e uma ameaça de uma insurreição popular.
Por conta desta nova narrativa escrita o ódio aos judeus foi potencializado aumentando de modo expressivo o antissemitismo e milhões foram mortos ao longo dos séculos como responsáveis por ter matado um deus humano na nova religião de Roma.
Yeshua falava os ensinamentos influenciados de Hillel que foi contextualizado pela nova escrita como submissão, amor ao próximo, dar a outra face porque o seu inimigo irá te perdoar, quando na verdade eram ensinamentos espirituais retirado de um contexto da Torah.
Era uma afirmativa que não se aplicava em Israel naquele momento e nem para o inimigo em Roma que sobrevivia da guerra, mas apenas um conceito judaico aplicado aos judeus a uma tentativa de mudar toda aquela situação.
Se pegarmos estes exemplos do que ocorreu neste passado distante e transportamos para os dias atuais, por exemplo, em alguns países veremos que a história se repete apenas com personagens diferentes, pois os problemas são os mesmos que atormentam até hoje a população como a corrupção, roubo, com pessoas cada vez mais oprimidas, dominadas, acuadas e submetidas a toda sorte dos poderosos políticos.
Quem pode afirmar que foi dito isto ou aquilo colocado nesta nova escrita se a única prova foi baseada na testemunha oral recebida pelos escribas romanos a partir de 70 anos após a morte de Yeshua?
Os testemunhos dos seus seguidores foram escolhidos convenientemente porque não houve um registro dos próprios autores que morreram sem ter dimensão do que foi escrito. Moisés, que escreveu o Pentateuco em hebraico durante seus 40 anos de exílio no deserto registrou com seus escribas judeus num rolo de pele de animal toda sua relação com o Criador que é chamado de Torah.
Ao contrário, um grupo apenas de escribas não judeus patrocinado por Roma relataram os apócrifos em aramaico e depois traduzido para o grego todos os acontecimentos passados descritos oralmente muitos anos depois pelos seguidores de Yeshua como testemunha para criar uma nova seita nas tradições dos judeus com inserções das religiões pagã dos romanos, e assim manter a população sobre o controle do poder de Roma, após uma guerra civil que dizimou quase a metade do poderio militar romano com a vitória astuta do imperador Constantino que venceu uma guerra como general.
Constantino precisava unir novamente a população em torno do seu poder e voltar aos dias de glória de Roma. Estes escribas escreveram esta nova escrita com base no judaísmo sem conhecimento rabínico das tradições judaicas e adaptou o que era conveniente para manter Roma no centro do mundo subjugando uma nova crença num deus humano real com base nos mistérios da fé para salvar todos com sua redenção.
Uma esperança que até hoje bilhões de pessoas estão aguardando esta salvação diante de um mundo a beira do caos, passado mais de 1700 anos.
Yeshua era um rabino que não aceitou o Sanhedrim que evitava um confronto direto com o exercito romano, mas tinha conhecimento do que aprendeu com seus mestres como judeu. Foi circuncidado, fez bar mistva quando tinha 13 anos se apresentando aos mestres chamados de sábios para ser questionado sobre seu conhecimento da tradição que aprendeu em casa com os pais e isto é feito até hoje com os meninos judeus, porque esta era a idade em que eles se tornavam adultos.
Miriam de Magdala (?) foi uma das suas principais seguidoras fieis. Yeshua chegou de sua cidade montado num burro em Jerusalém para participar da festa de pessach, que é a mais importante festa dos judeus que significa “passagem “ ou a festa da liberdade dos que foram cativos no Egito.
Todos os seguidores de Yeshua eram judeus que viviam a tradição judaica em sua terra, com sua crença num único D-us invisível, onisciente e onipresente. E isto sempre era incompreensível para outros povos que não entendiam esta relação com um único Criador quando todas outras nações praticavam o politeísmo.
Não praticavam idolatria como os romanos com seus deuses pagãos e morreram como tantos outros na época defendendo o bem mais precioso que era a liberdade e o livre arbítrio sem se submeter à violência de uma guerra como um povo submisso.
Criaram fatos que Miriam de Magdala era uma prostituta (?) e que um dos seus mais importantes seguidores chamado Yehudhah ish Qeryoth (?) traiu por dinheiro para ser entregue aos romanos, quando na realidade após a descoberta dos manuscritos do mar Morto em 1946 autenticado por historiadores e estudiosos não encontraram nenhuma menção de outros seus seguidores neste importante evento ocorrido que serviram de fonte para ataques aos judeus durantes séculos.
Muitos acreditam que Yeshua tenha escrito algum texto sobre sua saga, mas isto não é verdade porque não foi encontrado pelos historiadores e arqueólogos nenhuma referencia histórica importante deste período pessoal e dos seus seguidores.
Os escribas romanos escreveram uma versão adaptada da Lei de Moises como contra ponto as suas necessidades, para fundar no ano 324 DC uma nova religião na Europa e não no distante Oriente médio que foi palco de todo início desta história.
Os romanos contaram uma versão que era conveniente e politica para impor um novo controle de um império que estava se deteriorando com as mesmas barbáries contra as populações oprimidas que eles invadiam e matavam para escravizar, roubar as riquezas e saquear terras.
A nova versão escrita fundou uma nova religião sobre as cinzas de Israel destruída 70 anos EC após todos estes fatos contados escritos cuidadosamente quase perfeitos com base nos raros judeus que sobreviveram, pois o que sobrou foram mulheres e crianças levadas como escravos para Roma e poucos homens que sobreviveram e tiveram sorte fugindo para diáspora mundo afora.
Mas isto é uma outra história e esta nova religião até hoje por gerações constituiu um modelo central politico quando o império romano foi destruído, para se transformar num novo conceito de poder por todas as nações que se espalharam pelo mundo e a nova versão escrita que seria imposta a ferro e sangue, com mais controle como foi a inquisição impondo uma nova ordem mundial.
Entretanto, todos os impérios acabaram ao longo de milhares de anos quando tentaram destruir Israel, a terra do leite e do mel, pois somente o povo judeu acreditava que um dia haveria um milagre após quase dizimado em sua cultura e tradição, sobrevivendo a toda sorte de perseguições de seus algozes e inimigos implacáveis, para finalmente voltar em 1948 para sua terra de origem escolhida por D-us desde Abraão.
Este milagre ainda continua todos os dias nesta terra abençoada quando estes mesmos inimigos com um novo conceito mentem quando criam um estado alternativo que não existia nesta época, tentando destruir o que foi conquistado com muito sangue de judeus que padeceram em guerras e sofrimentos para ter o direito de existir como nação.
Uma nova ordem politica mundial destes mesmos herdeiros do passado buscam de todas as formas o controle da internet porque as mídias como jornais e televisão estão nas mãos destes poderosos há algum tempo manipulando guerras com narrativas politicas e economia mundial e que estão em curso deixando bilhões de seres humanos sem esperança a mercê de ideologias falidas sem futuro.
Mas com base neste novo poder invisível, bilhões de pessoas ainda acreditam na redenção daquele judeu que morreu como outros milhões de judeus que se opuseram a opressão e falta de liberdade e que foi escolhido casualmente como o eleito para um dia salvar a humanidade.
A historia é escrita sempre pelos vencedores e o imperio romano construiu sua narrativa que era importante para se manter no poder.
Mas afinal, quem inventou a fake News?
(?) As descrições rabinicas na Guemará são diferentes.